Polícia trata militares da GNR de forma condigna
O SPP-PSP refuta e desmente categoricamente as notícias que davam conta de que os militares da GNR instalados na EPP-PSP, estariam a ser tratados de forma pouco condigna.
O SPP-PSP refuta e desmente categoricamente as notícias que davam conta de que os militares da GNR instalados na EPP-PSP, estariam a ser tratados de forma pouco condigna.
O Sindicato dos Profissionais de Polícia reuniu com a Exma. ministra da Administração Interna. No encontro, o SPP exigiu que os polícias aposentados ou prestes a passar à pré-aposentação sejam tratados com respeito.
O SPP-PSP reuniu com o Exmo. Diretor Nacional da PSP tendo este esclarecido o seguinte:
Estamos a atualizar os dados dos nossos associados, colabore.
A Direção Nacional da PSP está a impedir muitos polícias de ingressar na Polícia Municipal de Lisboa, fazendo com estes elementos percam centenas de euros e gorando as suas expectativas em termos de vida pessoal e a nível profissional.
ASSEMBLEIA GERAL dia 31 de Março de 2017 pelas 13h30, na Sede Nacional
O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) está ao lado dos subcomissários que se sentem revoltados e discriminados nas promoções que vão ser levadas a efeito na Polícia.
Registamos com agrado o facto de, após a Assembleia Geral do SPP-PSP de 14 de Novembro de 2016, onde foi anunciado o protesto, se ter feito luz e terem começado a ser publicadas em Diário da República a maioria dos diplomas.
As estruturas sindicais da PSP sempre pautaram a sua atuação pelo diálogo com todas as entidades, mas entendem que essa via não tem surtido efeitos práticos, uma vez que os principais problemas existentes na PSP, ao contrário do que seria expetável, continuam por resolver.
Lamentamos as declarações tornadas públicas pelo presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia, Henrique Figueiredo, segundo as quais aquele responsável coloca em causa a capacidade e competência dos oficiais de carreira da PSP, considerando-os inferiores aos oficiais oriundos da Escola Superior de Polícia (ESP).
Repudiamos o anúncio feito pelo Governo, na passada sexta-feira, que preconiza, em sede de Orçamento de Estado para 2016, o congelamento da passagem dos elementos das forças de segurança à reserva e à pré-aposentação.
Na sequência de várias denúncias e manifestações de desagrado que vários associados têm feito chegar